Primeiro, antes de falar das diferenças, vamos falar do que estas duas palavrinhas têm em comum: as primeiras letras: SE
Não estou falando só do Google é claro mas de qualquer outro mecanismo ou forma de buscar informação. Lembra das Páginas Amarelas, dos Anuários diversos, dos Catálogos?
O princípio é o mesmo, vender (ou ceder) espaço publicitário no momento em que o cliente está mais receptivo, ou seja, quando está procurando por um fornecedor de um produto ou serviço.
Desde o primeiro dos primeiros buscadores na Internet, independente da forma, ou da tecnologia utilizada, já existia um “bannerzinho”, ou um “clique aqui” disponível para quem quisesse (ou pudesse) pagar mais.
De “novo” mesmo... nada. Estas áreas do marketing on-line (SEM e SEO) estão em franca ascensão há pelo menos uns 4 anos, mas o que realmente mudou é que agora os “catálogos” são mais inteligentes, e ordenam as informações cada hora de uma forma diferente no intuito de oferecer para os usuários os melhores resultados para as buscas.
Nesse troca-troca de estratégias, surgiu uma oportunidade: favorecer algum conteúdo (site) para que ele aparecesse posicionado nas primeiras posições sem a necessidade de ter de pagar por isso. Nascia o SEO = Search Engine Optimization (Otimização para Mecanismos de Busca)
No começo era muito simples, como os mecanismos de busca ordenavam as páginas por ordem alfabética, era só ter títulos de páginas como:
...e pronto você estava nas primeiras posições e recebia um monte de tráfego, depois começaram a abusar, colocando outros caracteres para afetar a ordenação;
Bom, a lista de estratégias “duvidosas” para aparecer na primeira página não terminaria mais se eu continuasse. Hoje estas técnicas são consideradas desleais e podem até fazer com que um site seja banido de algum mecanismo de busca.
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